O bruxismo pode ser definido como um hábito parafuncional, isto é, não relacionado à execução das funções normais e que consiste em movimentos involuntários ritmados e espasmódicos de ranger ou apertar os dentes. Essa parafunção pode ocorrer tanto de dia – bruxismo de vigília, como de noite – bruxismo do sono.

O briquismo é o mesmo hábito de ranger ou apertar os dentes, porém, que acontece somente durante o dia. A diferença é que o nome briquismo é uma denominação antiga e hoje é mais conhecido como bruxismo de vigília.

Você sabia que as dores de cabeça podem estar associadas ao bruxismo de vigília? Gostaria de saber mais sobre o problema e encontrar o tratamento ideal? Então, continue com a leitura deste post!

Briquismo x bruxismo do sono

Estudos mais recentes (2013 a 2015) mostram que o bruxismo diurno ou de vigília é mais prejudicial do que o do sono e que o apertamento dentário durante o dia é quase 6 vezes mais frequente que o bruxismo do sono em pacientes portadores de dores na ATM e nos músculos da mastigação (região temporal principalmente).

Quais as complicações que essas condições podem causar?

As pesquisas mais recentes mostram que o bruxismo de vigília, sendo de baixa intensidade e de alta frequência, está se tornando em um dos grandes fatores de risco para os distúrbios citados abaixo e causam sérias complicações, como:

  • Dor facial;
  • Cefaleias tipo tensional;
  • Zumbido e barulhos estranhos no ouvido;
  • Desordens temporomandibulares, localizadas em frente às orelhas e que podem dificultar as várias funções e movimentos como abrir e fechar a boca, e provocar ruídos (estalos durante a abertura, a mastigação…);
  • Desgaste e até fratura de dentes e restaurações;
  • Cervicalgias ou dores no pescoço, nuca e parte alta das costas.

Se você já percebeu que tem algum desses problemas ou uma associação deles, procure um especialista para descobrir a causa e começar o tratamento o quanto antes.

Quais os fatores de risco?

Existem dois importantes fatores de risco: a ansiedade e o estresse. Sabia que o Brasil tem a maior taxa de ansiedade do mundo e é o segundo mais estressado? Portanto, essas doenças psiquiátricas são fatores de risco para desenvolver o bruxismo de vigília.

As causas do bruxismo ainda são controversas, porém fatores físicos e psicológicos podem estar envolvidos:

  • Ansiedade, estresse ou tensão;
  • Frustração e raiva reprimida;
  • Agressividade, competitividade ou personalidade hiperativa;
  • Modificações que ocorrem durante os ciclos do sono;
  • Resposta para dor de ouvido ou dor de dente (em crianças);
  • Crescimento e desenvolvimento das arcadas e dos dentes (em crianças);
  • Complicações de uma patologia sistêmica como a doença de Huntington ou doença de Parkinson;
  • Efeitos colaterais de alguns medicamentos, tais como os antidepressivos ou drogas como a cocaína, heroína, etc.

Como realizar o tratamento adequado?

Para iniciar o tratamento o profissional precisa, em primeiro lugar, descobrir qual é a causa do problema. Por exemplo, no caso do bruxismo de vigília, como as principais causas são a ansiedade e o estresse, o tratamento com psiquiatra e o acompanhamento terapêutico podem ajudar no tratamento.

O tratamento LIVA é inovador e já ajudou pacientes a controlarem as suas dores na cabeça, face e pescoço associadas ao bruxismo de vigília. Pelo uso do dispositivo DIVA® e por um processo de reeducação de hábitos e melhoria da qualidade de vida através de uma plataforma digital exclusiva aos pacientes, o tratamento é composto também pelo acompanhamento clínico de um dentista certificado no método.

Saiba mais sobre como tratar o bruxismo de vigília e resgate a sua qualidade de vida!

 

Supervisionado por: Dr. Diego Limoeiro

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